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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A mais nova lambança do Enem


Parece piada de mau gosto, mas o Ministério da Educação conseguiu meter os pés pelas mãos pelo terceiro ano consecutivo com as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Desde 2009, quando o Exame foi escolhido para substituir o vestibular, havia uma grande expectativa quanto à melhoria da entrada de jovens na faculdade. No entanto, o que era para ser seguro e ágil, passou a ser fraudulento e burocrático.
Os fiascos se avolumam entre os escombros da inépcia gerencial do MEC. Nos últimos dois anos, os estudantes enfrentaram uma série de problemas com o Enem, como vazamentos de dados pessoais, furto de provas, erros de impressão, além de modificações na data do exame. Puro desperdício de dinheiro público, do contribuinte!
O problema que sacode a edição 2011, contudo, é mais complexo. Dias antes da realização da prova, alunos do Colégio Christus, em Fortaleza, tiveram acesso a 14 questões que constavam da avaliação federal. O MEC reconheceu que elas saíram de um pré-teste aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) na escola no ano passado, mas acusa os professores do colégio cearense de serem os responsáveis pelo vazamento ilegal.
Na tentativa de solucionar o imbróglio, o Ministério da Educação mandou cancelar a prova dos 369 concluintes do ensino médio do Colégio Christus, de Fortaleza. O ministro Fernando Haddad limitou-se a dizer que é absolutamente “comum” o vazamento de provas do porte do Enem.
Mesmo que algum professor tenha distribuído o material ilegalmente, é preciso deixar claro que a responsabilidade em garantir uma organização e uma fiscalização adequada do exame como um todo é do Ministério da Educação. E o responsável pelo exame sempre será o Inep, autarquia do MEC, que teve seis presidentes em oito anos.
O Jornal O Estado de S. Paulo revelou que uma auditoria preliminar da Controladoria-Geral da União (CGU) já havia alertado que o Inep, órgão que faz o Enem, tinha 50% dos valores dos contratos sem licitação e segurança falha. Isso reforça a tese que a aplicação do pré-teste foi realizada de forma irresponsável e sem critérios básicos de segurança.
Leia a matéria aqui: http://migre.me/61Gqk
No meio político e jurídico, a crônica do vazamento do exame também vem ganhando terreno. O Ministério Público Federal (MPF) no Ceará entrou na semana passada com pedido para anular a prova em todo o país. A Defensoria Pública da União (DPU) fez recomendação semelhante: anulação das questões vazadas para todos os estudantes ou anulação total do exame.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também defendeu a anulação do exame. Segundo a entidade, cancelar as provas somente dos alunos de Fortaleza é inconstitucional, pois configura um ataque ao princípio da isonomia do exame. Seguindo a mesma linha, o Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais e de São Paulo disse que não há garantias de que as provas que vazaram ficaram restritas a um estado apenas. Suspeita-se que estudantes de outras instituições viram os testes.
Diante desse quadro de turbulência jurídica, a sensação dos mais de 4 milhões de estudantes que fizeram o Enem é de frustração e insegurança. Não é razoável que um exame de tal importância, instituído para unificar a avaliação do ensino brasileiro, apresente tamanha vulnerabilidade.
Muitos se perguntam: até quando o ônus das recorrentes falhas do Enem será debitado nas costas daqueles que levam os estudos a sério e sonham com o curso superior? Como o governo reformula radicalmente um sistema de avaliação sem ter a mínima infraestrutura capaz de dar conta da empreitada?
Reagindo aos problemas, milhares de estudantes que fizeram o Enem já se mobilizam pela internet e planejam protestos – batizado de passeata dos “ENEMganados” – em várias cidades do país.
Para evitar vazamentos, especialistas dizem que seria adequado ampliar o banco de dados de questões, permitindo ao governo aumentar o número de edições anuais do exame, assim como ocorre com o SAT, o Enem americano. “O governo converteu o Enem em prova seletiva de forma apressada e mal planejada. Agora convive com erros que seriam evitáveis”, resume o editorial do jornal Folha de S. Paulodo último sábado.
A desorganização do Enem é apenas um dos aspectos do fracasso do governo do PT no campo da educação. O Exame, que hoje serve de base para o ingresso de estudantes na faculdade, vem perdendo sua qualidade não apenas em função dos desatinos do MEC, mas também pela escancarada “politização” das questões formuladas.
O senador Demóstenes Torres (DEM), em pronunciamento recente, já tinha alertado que as avaliações do Enem eram mal elaboradas e apresentavam conteúdos tendenciosos. Segundo Demóstenes, “a meta maior do Enem não é educar, mas doutrinar; não é convencer o aluno a ler os clássicos, mas obedecer à cartilha”.
Esse cenário reflete com perfeição o atual processo de aparelhamento ideológico e sistemático proselitismo político nas salas de aula, que está se alastrando com rapidez. Não dá para achar normal que o marxismo-leninismo sobreviva apenas em Cuba, na Coréia do Norte e nas salas de aula das escolas brasileiras.
Por isso não deixa de ser louvável que um grupo liberal tenha vencido recentemente as eleições do DCE da Universidade de Brasília (UnB), abrindo espaço para a discussão de temas como valorização das liberdades individuais, meritocracia, pluralidade de ideias, empreendedorismo e transparência.
A chapa vencedora, a “Aliança pela Liberdade”, ganhou adeptos ao defender pontos rechaçados pela tradicional militância esquerdista dentro da universidade, como a importância das fundações privadas no financiamento de pesquisas e a necessidade de policiamento constante como uma das medidas de combate à violência dentro do campus.
Essa conquista não é só importante para a comunidade acadêmica da UnB, mas também para todos aqueles que vislumbram um ambiente de estudo e de aprendizado mais plural, democrático e livre.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

PORTO FELIZ DEVE TER CRECHE COM RECURSOS ESTADUAIS

O vereador Gerão (DEM), trabalha para que Porto Feliz receba investimento de aproximadamente R$ 1,2 milhão em recursos estaduais para a construção de uma creche.
Gerão esteve tratando do assunto com o Secretário Estadual de Desenvolvimento Social Rodrigo Garcia. “Estamos confiantes. O Secretário Rodrigo Garcia nos deu a garantia de que a creche será liberada”, afirma Gerão.
Unidade intermediada pelo VEREADOR GERÃO,
 deve custar cerca de R$ 1 milhão
 A intenção é acelerar a inclusão do município no Programa de Construção de Creches, que foi lançado oficialmente pelo Governador Geraldo Alckmin (PSDB), com a participação de Deputados e Prefeitos de diversas partes do Estado.
Estima-se que sejam criadas mais 200 mil vagas em todo o Estado. “O investimento do Tesouro do Estado na construção de unidades para educação infantil é inédito”, diz o Vereador Gerão.
 O ciclo educacional que abriga crianças de 0 a 3 anos é responsabilidade constitucional das Prefeituras. A maioria dos municípios não consegue dar conta da demanda a contento. “Sabemos que cada vez mais a mulher vem se inserindo no mercado de trabalho, por uma necessidade da família pela independência feminina. Quantas mulheres não chefiam seus lares? Tudo isso faz com que a necessidade de vagas nas creches só aumente”, nossa cidade necessita com urgência mais creches, argumenta o parlamentar.
  Esta realidade é constatada em nosso município, com a vinda de empresas como Cooper, as diversas confecções e pequenas empresas aqui instaladas, existe esta necessidade, pois o número de mulheres inseridas no mercado de trabalho local é significativa.
 O déficit de vagas em creches no estado de São Paulo é superior a R$ 1 milhão. Na capital faltam 120 mil vagas. Dados nacionais apontam que 10 milhões de crianças precisam de creches e não as têm.
 O Governo do Estado deve arcar com os custos de construção das creches, ficando a cargo dos municípios a disponibilização do terreno e as despesas de manutenção das unidades. A ação deve ser realizada em conjunto pelas Secretarias Estaduais de Educação e de Assistência e Desenvolvimento Social.
 O vereador Gerão saiu animado da reunião com Secretário de Desenvolvimento Social “Estamos na expectativa de conseguirmos diversos recursos para Porto Feliz”, finalizou o Vereador.

A pedido do Vereador Gerão (DEM), Apae consegue R$ 40 mil

Na última quinta-feira, dia 27/10, o Vereador Gerão (DEM) esteve na capital paulista para tratar dos repasses a Cidade dos Velhinhos e APAE. Gerão (DEM) foi recebido pelo Secretário do Desenvolvimento Social, Rodrigo Garcia.
Vereador Gerão com o Secretário Estadual de Desenvolvimento
 Social, Sr. Rodrigo Garcia.
O repasse à Cidade dos Velhinhos, R$ 50.000,00, já foi aprovado e está na DRADS (Diretoria Regional de Assistência e Desenvolvimento Social) de Sorocaba para a devida liberação do repasse à entidade.
 A pedido de Gerão também, a Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) de Porto Feliz vai obter R$ 40 mil da Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social, para aquisição de um automóvel.
“É um trabalho conjunto que eu e meu companheiro de Partido, Vereador Armando Ambrósio (DEM) estamos fazendo em prol das entidades de Porto Feliz”, ressaltou Gerão. “Tenho certeza que os R$ 40 mil serão muito bem aplicados”, acrescentou o Vereador.
“É mais um recurso que o Vereador Gerão leva para a cidade de Porto Feliz”, lembra o Secretário do Governador Alckmin, Rodrigo Garcia. O Vereador Armando Ambrósio também destaca a importância do recurso obtido. “É um dinheiro muito importante para a Apae e os alunos que ela atende”, frisou o democrata. Para Gerão, a relevância do serviço prestado pela associação é muito grande. “O trabalho da Apae é fantástico junto à pessoa com deficiência, ao proporcionar inclusão e qualidade de vida. Pra nós é uma obrigação ajudar uma entidade dessas”, finalizou o Vereador Gerão.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A GRANDE FARRA DAS ONGS DE FACHADA


A sigla ONG, que define as Organizações Não-Governamentais, começou a ser falada por aqui lá pelo fim dos anos 80 do século passado, quando a sociedade, saída de uma ditadura, procurava novas formas de representação e de atuação. Naquele momento, foi tentadora a ideia de que organizações sociais privadas pudessem assumir funções públicas; teriam mais competência e agilidade e não seriam subordinadas à burocracia de órgãos oficiais.
O Estado, assolado por denúncias de corrupção, era visto com desconfiança: nada melhor do que repassar tarefas e recursos para grupos honestos e bem-intencionados. Surgiram entidades sérias, como o Ibase, do Betinho. ONGs do mundo inteiro seriam destaque na Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente, a Rio 92.
Não demorou para que velhos larápios descobrissem que ONGs também poderiam ser bem utilizadas para o mal. E começou a rolar a festa: foram criadas organizações de nomes pomposos e objetivos pra lá de escusos. E tome de institutos de desenvolvimento disso e daquilo, de associações brasileiras de estudos de qualquer coisa. Graças a convênios feitos, de um modo geral, sem qualquer licitação, esses grupos passaram a ser contratados pelos diferentes níveis de governo para, em tese, assumir algumas de suas tarefas. Gerou-se uma farra que incluía supostos cursos de qualificação profissional e atividades de iniciação esportiva. Os tentáculos das ONGs chegam a quase toda a gama de atividades públicas -- em alguns lugares, até a identificação civil passou a ser feita por pessoas sem qualquer vínculo formal com o Estado.
Governos entregaram milhões de reais para organizações que passaram a ter liberdade absoluta para aplicar dinheiro e contratar pessoal. Isto permitiu que políticos nomeassem quem bem entendessem para o exercício de funções públicas: as pessoas, afinal, são contratadas por entidades particulares, não precisam fazer qualquer concurso. É muito fácil também fazer com que recursos destinados a ONGs voltem para o bolso dos políticos que as contratam -- muitas delas servem mesmo é para lavar dinheiro.
Nos últimos meses, elas não saem do noticiário: as ONGs, envolvidas em denúncias de mau uso do dinheiro público. Algumas medidas para prevenir fraudes já foram adotadas, mas especialistas dizem que ainda é pouco.
Só no ano passado, as ONGs receberam R$ 3,5 bilhões em repasses do governo federal. É muito dinheiro. A fiscalização da aplicação desses recursos é muito frágil. O resultado é que, em muitos casos, os convênios com ONGs se transformaram em um ralo para o desvio de dinheiro público.
Há todo tipo de irregularidade: sobrepreço, serviços não executados e ONGs de fachada que só existem no papel para receber o dinheiro. Mas, é claro, existem ONGs fazendo um bom trabalho.
Algumas organizações têm registro e endereço, mas não executam serviços. Outras sequer existem. O que isso provoca? Um crime grave, porque as pessoas passam a desconfiar da própria possibilidade de ter um grupo de pessoas que se une em torno de uma causa de fato e de interesse público.
Só no ano passado, as ONGs receberam R$ 3,5 bilhões em repasses do governo federal. É muito dinheiro. A fiscalização da aplicação desses recursos é muito frágil. O resultado é que, em muitos casos, os convênios com ONGs se transformaram em um ralo para o desvio de dinheiro público.
O uso político sempre se mistura com a corrupção, o desvio do dinheiro suado do povo. Imaginem o que é soltar dinheiro dos outros – no caso, dos contribuintes – sem examinar se existe a ONG, ou se é de fachada sem fiscalizar a aplicação do dinheiro. Ou o que é pior: ter como critério o “ser do nosso partido”. É fundamental desmontar todos esses esquemas, mas de cara, é importante que governos liberem o acesso aos balanços e documentos das ONGs contratadas.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Projeto de Lei propõe homenagem ao Artista Plástico Bruno Di Giusti

Projeto de lei protocolado na Câmara pelo vereador Gerão (DEM) na última terça-feira (20/10/2011), propõe homenagem ao Artista Plástico Bruno Di Giusti denominando “BRUNO DI GIUSTI” a via pública a ser implantada entre as Ruas André Rocha e Dra. Custódia Sacramento.
Vereador Gerão quer homenagear o Artista Plástico Bruno
Di Giusti (foto)
Justificando o Projeto, o vereador Gerão salientou a importância do Artista e suas Obras Sacras na Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens. “Giusti foi o responsável por um dos maiores e mais admirados patrimônios culturais da cidade. Têm suas obras imortalizadas no interior da nossa Matriz, Nossa Senhora Mãe dos Homens, onde retrata em imensos painéis algumas passagens históricas da cidade”, comentou o vereador.
“Cidadão Portofelicense, Bruno Di Giusti faleceu no último dia 29 de agosto, deixando imensa saudade a todos que puderam conviver com ele nesses 90 anos de pura arte. Por tudo que representou para a história de nossa cidade, solicito dos nobres pares, apoio a essa justa homenagem ao nosso querido Bruno Di Giusti,” finalizou o vereador.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Câmara Municipal de Porto Feliz realizou a sua Sessão Solene para a entrega dos Títulos de Cidadão Portofelicense

A Sessão Solene foi realizada na última sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Com grande público formado, principalmente, por familiares dos homenageados, a Câmara Municipal de Porto Feliz realizou a sua Sessão Solene para a entrega dos Títulos de Cidadão Portofelicense.
Maestro Paulinho é homenageado pelo vereador Gerão
com o Título de Cidadão Portofelicense
O evento aconteceu na noite desta sexta-feira, dia 14 de outubro, e encerrou as festividades da programação da 56ª Semana das Monções de 2011. Por cerca de duas horas, tempo da solenidade, o "Espaço Cultural Olair Coan" foi palco para a entrega de 38 Títulos de Cidadão Portofelicense e sete Títulos de Cidadão Honorário.
As pessoas homenageadas com o Título de Cidadão são pessoas não nascidas em Porto Feliz e que prestaram relevantes serviços ao município, fazendo jus à maior homenagem da cidade. Já o Título de Cidadão Honorário é dedicado aos nascidos na cidade que, igualmente, demonstraram ter prestado importantes serviços à sua Porto Feliz natal.
Sendo uma das mais importantes da programação da Semana das Monções, esta solenidade teve na mesa principal, várias autoridades do município e região.
Compuseram a mesa também todos os vereadores da Casa. O mestre de cerimônia da noite foi o advogado Dr. Reinaldo Croco Junior. Para abrilhantar a cerimônia, as crianças do Instituto Sonorum fizeram breves e belas participações musicais.
O vereador José Geraldo Pacheco da Cunha Filho (DEM) entregou seis Títulos de Cidadão Portofelicense. Os homenageados foram: a senhora Maria José Soares Ayres, o maestro Paulo Henrique Coelho de Oliveira, o gerente da Lanxess, João Carlos Keiller, além do ex-diretor do sindicato dos motoristas e pensionistas, Moisés Antonio de Andrade, a funcionária pública Maria de Lourdes Kerche do Amaral e a dentista Dra. Isabel Cristina Carneiro Rodrigues Alves.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

18/10 - HOMENAGEM AO DIA DO MÉDICO!




Que dia especial...Deve ser por isto que sinto a luminosidade maior do sol...Com certeza é Deus abençoando tão amorosa e digna profissão. Suas incansáveis horas de dedicação, de carinho, de atenção, a cada um de seus pacientes, que trazem dentro do coração seu nome escrito com letras douradas.

Chega a ser difícil conseguir as palavras certas para traduzir o agradecimento que vocês merecem.

Queridos doutores que brilho interior emanam de vocês, suas competências, sabedorias os torna um ser iluminado. Estou feliz por ser hoje o seu dia, és como um  grande sábio, possuis a paciência necessária, nunca desacreditando no potencial de cada um.

Parabéns pelo dia de hoje, as suas vitórias e conquistas são contadas pelos sorriso nos rostos daqueles que recuperam o prazer da vida, através das suas habilidades, intuições, Deus te mostra benevolente com todos nós.

Que o Senhores iluminem e continuem sempre com esse exemplo de luta e coragem, dignos de serem seguidos. Com certeza é uma simples homenagem que faço a pessoas tão especiaais e merecedoras de todo nosso respeito.

Que Deus celestial continue abençoando seus caminhos,obrigado por tudo!